Jeff Dillon fine art painting capturing the quiet beauty and renewal of early spring light in the Canadian landscape

À Primeira Luz: Uma Celebração do Regresso da Primavera

Um momento de quietude onde a luz, a memória e a natureza se encontram.

Há uma qualidade particular na luz do início da primavera que não se assemelha a nenhuma outra época do ano. É simultaneamente hesitante e límpida, chegando num ângulo baixo que capta os contornos das coisas e faz com que o mundo pareça, por breves instantes, novo. Esta pintura nasceu desse sentimento, de estar ao ar livre numa manhã em que a estação acabara de mudar e tudo parecia ser possível outra vez. Para mim, a primavera sempre foi sinónimo de um começo, e esta obra tenta conservar esse sentimento no tempo.

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Em celebração do regresso suave da primavera 🪳
#292 – «À Primeira Luz»
Quadro de @jeffdillonfineart, Dimensões: 20" x 30"
O original está disponível. Não hesite em contactar-me ou visitar o meu website:
Quadro original aqui
Impressões de colecionador de edição limitada aqui

Quadro original de Jeff Dillon que representa folhas verdes e cachos de tremoceiros azul-arroxeados sobre um fundo escuro inspirado na Nova Escócia.

Há alguns anos, estava a visitar a costa leste do Canadá e, certa manhã, dei por mim acordado cedo, precisamente quando o dia começava. O ar estava fresco e havia uma quietude serena que transmitia calma. Caminhava por uma estrada rural e o que realmente me surpreendeu foram os tremoceiros. Nunca tinha reparado muito neles, provavelmente porque não há muitos onde vivo. Mas, por lá, estavam por todo o lado, a crescer espontaneamente junto às valetas, em diferentes cores, espalhando-se pela paisagem como um tapete natural.

Lembro-me de ter ficado impressionado com a forma como aquelas flores faziam a paisagem parecer tão viva. Não era apenas a visão das flores; era a maneira como acrescentavam uma explosão inesperada de cor a uma manhã já tão tranquila. Continuei a pensar nessa sensação e foi isso que me levou a criar À Primeira Luz.

De volta ao estúdio, queria pintar aquilo que aquela manhã me tinha feito sentir: o ar calmo, a luz suave, a forma como aquelas flores pareciam surgir do nada e, de repente, estar por todo o lado. Não queria apenas recriar a paisagem, mas captar a mistura de surpresa e tranquilidade que tornou aquela manhã tão memorável. Para mim, este quadro é mais do que uma simples cena primaveril; é um lembrete de como certos momentos nos podem surpreender e permanecer connosco. De como uma simples viagem de carro ou um passeio tranquilo se pode transformar numa memória porque algo inesperado, como uma explosão de tremoceiros junto à estrada, nos chama a atenção.

Para mim, À Primeira Luz transporta-me de volta àquela manhã tranquila e à surpresa de ver a paisagem tão cheia de vida. É a minha forma de partilhar essa experiência, trazendo um pouco dessa memória e dessa sensação para o estúdio e, espero, também para a sua casa.

Agradeço muito a sua presença. Ainda há muito mais por vir: novas ideias, novas telas e talvez algumas surpresas pelo caminho. 🌿 Fique atento.

Impressão de edição limitada de À Primeira Luz, de Jeff Dillon, exposta num ambiente doméstico